Sobre Segundas e Recursos Humanos…

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Sobre Segundas e Recursos Humanos...
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Sobre Segundas E Recursos Humanos...

Era uma segunda-feira de um sol pálido e eu estava a caminho de meu trabalho, como em qualquer outro dia da semana. Apesar de muito nova, sou responsável pelo Departamento de Recursos Humanos de uma empresa e, em minha função, sempre fui muito dedicada e centrada além de, segundo “papos de corredor”, ligeiramente autoritária e mandona.

Entretanto, diferente da minha personalidade profissional, meus pensamentos não eram nem um pouco responsáveis ou contidos. Estavam sempre voltados para aquilo que minha religião não permitia antes do casamento: o sexo. E isso permeava minha mente e meus pensamentos todos os dias, principalmente nas segundas-feiras, quando sempre chegava com gás total no escritório.

E aquela era uma segunda-feira que nunca poderia imaginar igual.

Nunca me achei “gata”, mas sei o quanto meu olhos penetrantes e marcantes prendem a atenção de quem os encara. Como minha religião exige, mantenho meus cabelos lisos e compridos, presos em longas tranças de cor castanho-claro natural. Sendo alta, magra e dona de um bumbum empinado e peitos grandes e durinhos, sei o quanto mexo com a imaginação de alguns homens do escritório. O que eles não sabem é o quanto eles mexem com a minha…

Mas tem esse cara, Luiz… um funcionário da área de informática, que conserta e cuida da manutenção de toda a parte de tecnologia da empresa. Ele é casado há muitos anos e muito bem conservado para idade. Acho que deve beirar uns 45 anos. Ele é magro, forte e todo tatuado. Dono de uma estatura de 1,80m de altura, com uma barba rala e grisalha, assim como seus cabelos, sempre bem feitos. Os olhos bem pretos e brilhantes, como jabuticabas. E eu fico como… cheia de pensamentos doidos dentro de mim. Ahhh se ele sequer imaginasse…

Sempre que ele aparece no RH, fico filmando ele de um lado para o outro e olhando aquela bundinha dura… E acredito que ele nem note isso, pois todos na empresa sabem que sou muito religiosa e nem imaginam o que se passa na minha cabecinha depravada.

Até que, nesta segunda-feira, tentei ligar meu computador e nada! Desconectei  e conectei da tomada algumas vezes e nada. E foi aí que precisei realmente da ajuda do Luiz, da informática. Até esse dia, a gente nunca tinha trocado mais do que simples “bom-dia” ao esbarrarmos nos andares e corredores do escritório. Liguei para o ramal da informática e pedi à menina que enviasse alguém para me dar uma ajuda, sabendo que esse alguém só poderia ser o Luiz, pois, sendo do RH, sei bem que só ele cuida dos computadores da empresa.

computer no working

Vinte minutos depois, vejo-o entrar e procurar por mim no salão. Confesso que meu coração disparou de ansiedade e tesão. Uma coisa meio louca me tomou de assalto e meus pensamentos não paravam de pensar em quanto desejava sua boca, seu gosto, seu toque… Algo que tentava evitar, mas que minha mente insistia em me provocar.

Luiz, como um homem vivido, notou que eu olhava para ele diferente porque, de fato, eu simplesmente não conseguia esconder. A imagem que fiz de mim mesma neste dia era de um lobo esfomeado olhando a sua presa fácil em sua frente. E continuava a lutar internamente com meus pensamentos, sentindo o pecado circulando em minhas veias.

E sua voz aveludada só piorava a situação.

– Olá, bom dia… você que é Ana?

– Sim, bom dia. Meu computador não liga de jeito nenhum… Só por isso pedi para você vir aqui, ok?! Não tomaria o seu tempo com algo que pudesse eu mesma fazer, mesmo sabendo que não entendo muito… pois sei que tem outras coisas para fazer e que o seu dia deve ser muito ocupado.

Comecei a me justificar por ele estar ali… o que não fazia sentido, pois esse é o trabalho dele.

– Não se preocupe, Ana… esse é o meu trabalho – disse em um tom doce e sedutor.

Ele então se apoiou de lado na minha mesa para ver a parte de trás do meu monitor… e meus olhos foram direto para a calça jeans linda e descolada dele e aquele volume interessante que consegui perceber no meio de suas pernas, onde meus pensamentos só me faziam imaginar estar chupando-o muito gostoso.

Embora tenha estes tipos de pensamentos, a verdade é que, apesar de já ter tido meus lances e meus “ficantes”, experiência nesta área não era nem um pouco minha praia… mas certamente era a dele. E meu desejo era apenas me ver sendo “ensinada” por ele… Minha imaginação fértil podia ser facilmente traduzida em quão molhada já estava de tanto tesão. E foi assim que, sem pensar, dei o primeiro passo.

Ao se abaixar para olhar o gabinete do computador, embaixo da mesa, sentei em minha cadeira e fiz questão de esbarrar (e ficar esbarrando “sem querer”) minha perna nua nele, o que o deixou desconcertado, tenho certeza. Até porque meu histórico de irmã da igreja deve tê-lo deixado muito confuso. Fora que minha saia longa aparentemente havia se tornado curta de repente…

touch legs

Luiz então fez um movimento, roçando o seu braço nas minhas pernas, e isso me acendeu por dentro me fazendo sentir um calor e um fogo louco me enchendo de desejo. Eu sentia vergonha e, ao mesmo tempo, não queria deixar passar. Só queria curtir aquele momento e ver onde isso ia dar.

Passei a, literalmente, me esfregar nele, deixando ele ciente de que era isso que queria, que ele continuasse e “pagasse para ver”… e Luiz não decepcionou. Sem nenhuma cerimônia, sentou embaixo da mesa fingindo mexer no CPU do computador e começou a alisar minhas pernas, subindo lentamente a sua mão, de acordo com seus movimentos. E eu fui deixando, e tava louca para ele chegar mais e mais perto da minha calcinha.

Estava fingindo que escrevia algum relatório à mão em minha mesa, mas meus pensamentos só conseguiam imaginar o quão duro ele deveria estar. Ele foi subindo, subindo, até chegar pertinho de sua meta final, e eu já estava explodindo de tesão com aquele toque másculo e recheado de safadeza. Quando ele finalmente alcançou minha calcinha, contive a mão dele, segurando-o. Sabia que algo não estava certo… Por mais que quisesse fazer algo que nunca tinha feito antes, não queria dar a oportunidade de alguém ver aquilo.

Ao conter a mão de Luiz, ele automaticamente retirou a sua mão tentando focar no que deveria ser feito, consertar meu computador. Levantei da cadeira e, como uma barata tonta, não sabia para onde ir ou o que fazer… Decidi ir pegar um café. Indo até a cafeteira, passei pela pequena sala que usamos como um almoxarifado, guardando um monte de papéis que nunca ninguém usa. Uma salinha pequena e praticamente isolada em um dos cantos deste andar do escritório. E, novamente, meus pensamentos foram longe, me imaginando naquela sala, onde ninguém nunca entra, continuando do ponto que paramos… dessa vez sem interrupções.

Peguei meu café e fui até a porta do almoxarifado, esperando que ele se levantasse e com os olhos me procurasse. Tentava disfarçar o motivo de estar ali parada igual a um “dois de copas”, fingindo teclar alguma coisa no celular. Quando percebi Luiz me olhando de longe… olhei de volta e, com um sorriso de canto de boca, entrei na salinha e encostei a porta. Dois minutos depois a porta se abre e Luiz entra. Ao fechar a porta, me olhou com um ar de pura safadeza e a trancou…

Fiquei ligeiramente envergonhada, mas não queria deixar a oportunidade de liberar tudo aquilo que estava preso, contido dentro de mim e que precisava desesperadamente “gritar”. Era o meu corpo me dizendo que todo esse monte de regras que vivia seguindo estava me deixando louca e que precisava deixar fluir um pouco de minhas reais vontades para me sentir viva e ver sentido nas coisas.

Luiz caminhou devagar em minha direção e consegui ver seu pau, já duro feito pedra, por baixo de suas calças. Dava para sentir só em olhar que sua piroca pulsava a cada passo em minha direção.

sexy-man

Antes que pudesse falar qualquer coisas, Luiz me pegou no colo e me colocou sentada em uma pequena mesa, usada de apoio naquela sala. Apertando com força minhas pernas, começou a me beijar. Algo em minha consciência tentou me reprimir, me impedindo de continuar… mas simplesmente não queria. E, sinceramente, nem conseguia. Só pensava em deixar rolar.

Luiz beijava minha boca e meu pescoço ao mesmo tempo que esfregava sua barba rala em meu rosto, mordendo minha orelha. Em um movimento rápido e decidido, pegou minha mão e colocou sobre seu pau. Senti-o latejando e fiquei ainda mais molhada. Luiz tirou minha blusa e meu sutiã e viu meus peitos duros e excitados. Não pensou duas vezes e começou a chupar e apertar com vontade, mordiscando o biquinho com gentileza e tesão.

Como nunca havia passado por uma experiência dessas gemia, levemente sem perceber no ouvido de Luiz. Minhas mãos foram em direção à minha vulva, completamente encharcada. Luiz, vendo que eu que estava no ápice da excitação, começou a falar em meu ouvido que queria ver eu me masturbando.

Eu posso ser virgem e nunca ter transado, mas com os pensamentos safados que tenho… se tem uma coisa que sei é me masturbar. Puxei a calcinha para o lado e comecei a passar os dedos ao redor de minha vulva, brincando com os pequenos lábios e acertando em cheio o clitóris, para ficar completamente louca e entregue a Luiz. Vendo aquela cena de uma impensada manhã de segunda, Luiz desabotoou sua calça e puxou seu pau para fora da cueca, começando a se masturbar imediatamente, mostrando o que estava por vir…

Ele começou a roçar seu pau na minha perna e disse baixinho no meu ouvido que queria muito me comer gostoso. E, naquele momento, revelei algo que nunca havia dito a ninguém daquela empresa.

– Luiz, eu sou virgem…

– Oi? Como assim? Você tá falando de signo?

– É sério… sou virgem. Nunca transei… Vamos continuar só brincando. Tudo bem?

Luiz, meio sem jeito, ficou me olhando meio sem saber o que fazer a seguir,  quando peguei em seu pau e comecei a masturbá-lo. Quase que de imediato ele parecia saber novamente o que fazer. Voltou a me beijar com força, chupando meus peitos e alisando minhas costas. Quando, de repente, foi ao meu ouvido e com jeitinho me perguntou se eu queria chupar seu pau. Não pensei duas vezes…

Enquanto chupava, no movimento de vaivém, o pau de Luiz alcançava minha garganta, fazendo-o delirar de tesão. Fiquei naquele movimento por alguns minutos quando senti, pelo pulsar de sua piroca, que Luiz estava prestes a gozar. Foi quando parei e falei algo em seu ouvido que tenho certeza de que ele nunca mais vai esquecer…

– Luiz, come minha bundinha?

Luiz me olhou com um sorriso deliciosamente safado.

– Sou virgem na frente… mas, com jeitinho e carinho, você pode me comer por trás.

Por trás

Luiz me agarrou pelos braços e em um movimento brusco me colocou de costas para ele, com a minha bundinha empinada para o seu pau. Aproveitei para pegar bastante saliva e colocar tanto no pau dele quanto na minha bundinha. Ele apontou sua piroca dura na direção do meu cuzinho e começou a tentar me penetrar.

Entre gemidos de prazer e desejo, pedi a Luiz que enfiasse seu pau bem devagarzinho. O que ele gentilmente atendeu, metendo bem devagar e degustando aquela iguaria que meu desejo permitiu acontecer. Ao meter, minhas sábias mãos começaram a fazer aquilo que melhor sabem, me masturbar. E, sem perceber comecei a gemer um pouco mais alto. Luiz colocou sua mão em minha boca, o que só me deixou ainda mais excitada.

Quando seu pau alcançou todo o meu cuzinho, metendo-o todo dentro de mim, suas mãos voltaram aos meus seios e sua boca beijava minhas costas e pescoço. E, sem deixar espaço para ele controlar o vaivém, comecei a fazer o vaivém em sua piroca, dentro do ritmo confortável para mim. Luiz, vivido e muito experiente, deixou acontecer… sabia que, assim, a coisa seria muito boa para nós dois e que isso só aumentaria a minha excitação.

Com o tesão cada vez maior e minhas mãos me tocando freneticamente, comecei a rebolar um pouco mais em seu pau, com movimentos um pouco mais rápidos, fazendo Luiz gemer baixinho. Ao ouvir seus gemidos de prazer, minha excitação foi nas alturas, me fazendo gozar muito forte e gostoso. Ao ouvir minha voz retida gozando e rebolando em seu pau, Luiz não conseguiu se conter e gozou dentro de mim.

Nessa mesma hora, a consciência do que tinha acontecido ali veio à tona e, junto com ela, a vergonha por ter feito aquilo, daquela forma, no escritório onde trabalho.

Luiz me olhou com olhos de ternura e disse:

– Adorei o que aconteceu aqui e nunca mais me esquecerei. Me sinto honrado por ter vivido esse momento com você… E claro, nunca falarei sobre o que aconteceu aqui para ninguém do escritório. Você tem minha palavra de homem.

Apenas olhei para ele e consenti com a cabeça em um gesto de mútuo respeito, afinal o casado é ele.

Vestimos nossas roupas e pedi a ele que saísse primeiro para ver se eu poderia sair da sala sem perceberem que estávamos ali, em um recinto que ninguém nunca usa há bastante tempo.

Desde esse dia nunca mais rolou nada entre a gente. Apenas os olhares divertidos e sapecas ao cruzarmos nos corredores da empresa… principalmente às segundas.

FIM – Sobre Segundas e Recursos Humanos…

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