Os Sobrados Coloridos de Andaluzia.

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Os Sobrados Coloridos de Andaluzia

Eu havia acabado de chegar à Andaluzia, na Espanha, sozinha, e isso era a realização de um sonho para qualquer garota de 20 anos cursando a faculdade de Turismo.

Meu intuito com aquela viagem era conhecer pontos turísticos, lugares paradisíacos e, é claro, aprender o idioma.

A viagem foi exaustiva.

Cheguei no aeroporto de Madri, e de lá peguei um trem para o sul da Espanha, onde ficam as mais belas cidades, com a mais belas praias e, quem sabe, não teria a sorte encontrar os mais belos homens?

Aquele ano havia sido difícil para mim.

Eu namoro com o Douglas há seis meses. Ele só tem vinte e dois anos, é engraçado, divertido e me faz rir, mas é só isso.

O sexo é meio sem graça.

Depois que a gente transa, eu peço para que ele continue chupando meus seios e me beijando enquanto me masturbo.

Às vezes eu achava que só era possível gozar de verdade na masturbação.

Douglas ficava com ciúmes porque acreditava que eu me masturbava para pensar em outros homens e que ele não era suficiente para mim.

Eu gosto muito dele, afinal ele é gentil, divertido e lindo… tudo o que eu sempre quis, ou melhor, que eu achava que sempre quis.

Realmente seu ciúme era justificável. Eu costumava me masturbar pensando no professor Umberto.

Ele era considerado um dos mais feios da faculdade. Baixinho, careca e um pouco corcunda.

Nem sei explicar, mas aquele homem me deixava cheia de tesão.

Uma vez me deu carona e eu, safada como sou, não perdi tempo, segurei seu pau e chupei até ele gozar na minha boca.

Ele não esperava aquilo e fui sua amante por mais ou menos um ano.

No início aqueles encontros às escondidas eram deliciosos. Sempre no carro. Ele dirigindo pedia para que eu levantasse a blusa, ele passava mão e eu chupava.

Algumas vezes ele me comia. Não me fazia gozar. Era muito egoísta, mas eu sempre gozava depois lembrando da situação.

Fato é que nem com um homem casado e nem com meu atual namorado eu cheguei a gozar durante a transa.

Somente me masturbando.

E, sozinha na Espanha, não havia planejado nada em especial, mas estava aberta a novas descobertas.

O primeiro dia em Andaluzia foi maravilhoso. Que cidade linda!

As ruas são estreitas e feitas de pedra. Os sobrados coloridos com flores nas sacadas e janelas faziam com que eu me sentisse em um filme.

E, para não abandonar o personagem, aluguei um apartamento em um desses sobrados de janela de madeira azul que tinha uma vista maravilhosa para o pôr do sol.

vila em andaluzia

Nunca imaginei que fosse possível, mas aquela beleza toda estava me entediando.

Eu precisava dar uma animada naquela calmaria.

A tarde eu gostava de comer um pãozinho de uma paneteria linda que ficava perto da rua do comércio.

Talvez lá eu conseguisse informações de coisas divertidas em Andaluzia para fazer.

Eu queria uma espécie de guia diferente. Não sei, talvez uma amiga de aluguel para aprender cultura e idioma de forma natural.

Nada daquela chatice de alguém apontando e dizendo com voz de locutor de museu: “e ali senhores temos uma igrejinha com coral pela manhã, enquanto deste lado temos uma praia de nudismo para conhecerem à tarde. Divirtam-se”.

Às vezes acho que sou louca.

Tomei um banho bem gostoso na banheirinha vitoriana do sobrado. Coloquei uma sainha rosa bem clarinha rodada, chinelinho branco e uma camisetinha creme larguinha que deixava um ombro de fora.

Prendi um pouco dos meus cachinhos ruivos que costumavam ficar muito armados com o vento das tardes de Andaluzia.

Fui até a paneteria.

Paneteria

O senhor que atendia lá falava um pouco de português, de Portugal, mas era melhor que nada.

Perguntei se conhecia alguém que pudesse me mostrar a cidade e toda a região de Andaluzia, e até outras cidades da região, pois estava difícil fazer tudo que eu precisava sozinha.  

Ele sorriu e falou com orgulho:

— Meu sobrinho Alejandro. Ele conhece tudo na região, é de confiança e vai gostar de acompanhar a moça.

— Onde ele está? Quero conhecê-lo.

— Está acompanhando um casal até o aeroporto. Vão embora hoje. Me fala onde você quer que ele a encontre, e na hora marcada ele estará lá.

Escrevi o endereço e deixei com o simpático senhor cujo nome esqueci de perguntar.

Comprei o pãozinho açucarado e fui embora.

Ao cair da noite ouvi a campainha.

Já havia colocado uma camisolinha fina e não estava a fim de me trocar.

Fui até a sacada e vi que era um homem alto, forte, de cabelo preto e barba bem-feita.

Ai meu Deus! Era o rapaz que havia visto no dia anterior na praia.

Ele passava o protetor solar nas costas de uma mulher de um jeito tão safado, que ela até cruzava as pernas. Sei bem o que ela fazia.

Ele deslizava as mãos em todo o corpo da mulher sem o menor pudor. Mas… o que este homem estaria fazendo na minha porta?

— Ei! Senhor. Você deve ter errado de casa. Só eu moro aqui. Somente yo.

Ele riu e mostrou o papel que eu havia deixado.

— Soy Alejandro.

Ai meu Deus novamente. O gostoso da praia era o Alejandro.

Nem sei o que pensei. Joguei a chave e pedi que subisse.

alejandro

Quando chegou no apartamento ficou sem graça, pediu desculpas, e evitou olhar para mim.

Minha camisola deixava a poupinha do meu bumbum de fora e era tão transparente que o biquinho do meu peito ficava aparecendo.

Mandei entrar e ficar à vontade.

Como o sofá era pequeno, me sentei bem perto dele. Além de rústico, o gostoso da praia ainda era cheiroso.

Apesar de magra, tenho a coxa bem grossa e ele fingia não olhar, mas era inevitável. Ele não precisava fingir que era santo.

Dos três dias que o vi na praia, vi com três mulheres diferentes.

— Então você vai me ensinar cultura e idioma?

— Sí. Y tu, no hablas espanhol?

— Não hablo — mas para você abro as pernas, pensei.

Parece que Alejandro ouvia meus pensamentos.

Me olhou de forma sedutora e perguntou se eu não estava com frio.

Perguntei se ele havia ficado incomodado por eu estar tão descoberta.

Alejandro, experiente como é, percebeu que eu estava com o tesão à flor da pele.

Se aproximou ainda mais de mim e disse com aquela voz rouca e sedutora que eu não o incomodava, ao contrário, o excitava.

Continuei encarando e perguntei o que ele teria para me ensinar. Pois era justo que para que eu o contratasse ele desse prova de suas habilidades.

Alejandro começou a falar das maravilhas da Espanha, da culinária, das praias, mas destacou que eu precisava conhecer lugares como Ibiza, onde acontecem as melhores festas e as pessoas agem com liberdade.

Ele falava mantendo o contato visual.

Espanha

Parecia que olhava para sua presa. Então me aproximei do seu ouvido e sugeri que poderíamos ser livres ali mesmo e o beijei.

Alejandro retribuiu. Começou a me beijar bem devagar enquanto usava apenas um dedo para baixar a alça da minha camisola.

Sua mão era tão grande que cobria meu peito todo. Contornava meu mamilo com a língua e à medida que eu ia permitindo e dando sinais de que estava gostando, ele avançava mais um pouquinho.

Me deitou no sofá colocando minhas pernas sobre seus ombros. Afastou minha calcinha e chegou a boca tão perto que senti sua respiração.

Quando pensei que iria chupar, voltou o corpo para trás e começou a beijar meus pés enquanto as mãos alisavam todo o meu corpo.

Foi subindo pelas minhas pernas e chegou na minha bucetinha. Ele começou lambendo e depois chupou com tanta vontade que sua baba escorria.

Eu me contorcia de prazer. Tirou a roupa, se sentou no sofá com aquela rola dura cheia de veias, me deu a mão e me sentou em cima dela. Entrou tudo.

Eu cavalgava enquanto Alejandro beijava meus seios e me segurava pela cintura.

Eu adorei meter por cima daquele jeito.

Enquanto eu cavalgava aquela rola deliciosa, Alejandro dizia que as deusas ficam por cima.

Eu rebolava e sentava freneticamente ,até que de repente me pego gozando.

Minha buceta pulsava e apertava aquele pau.

Foi um susto porque até então eu só gozava sozinha. Eu fiquei louca, adorei aquela sensação.

Gemia gostoso, e gemia alto, até que ele não aguentou e derramou toda a porra dentro da minha bucetinha.

Por cima

Ficamos desfalecidos no sofá por um tempo.

E, antes de sair, no melhor estilo galanteador espanhol, disse: “Usted foi maravilhosa mi, amor”. E eu respondi:

— Você passou no teste. Volte amanhã para me ensinar algo novo e prazeroso.

Foram três meses de intercâmbio em Andaluzia.

Voltei para o Brasil com espanhol básico, cultura intermediária e especialista em prazer.

Pena que não posso colocar no meu currículo.

FIM – Os Sobrados Coloridos De Andaluzia.

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