Ménage… A Maravilhosa Trinca

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Ménage… A Maravilhosa Trinca.

Sabrina me chamou a atenção desde a primeira vez em que eu a vi.

Lembro-me como se fosse hoje. Ela estava subindo a avenida principal perto da minha casa.

Usava um vestido preto rodado, daqueles que quase deixam a poupinha de fora, mas valorizava suas coxas grossas.

Aquele cheiro do shampoo de maçã vermelha em seus cabelos pretos encaracolados ainda molhados dizia que certamente acabara de sair do banho.

Seu olhar era bem expressivo. Sobrancelha muito bem feita e aqueles óculos, a deixavam com cara de menina tímida, o que me dava o maior tesão.

Recordo-me que nossos olhares se cruzaram e vi sua boca de batom sutil dizer “oi”.

Após alguns dias fui a inauguração de um barzinho no centro da cidade.

Era um local com música ao vivo em um ambiente retrô bastante agradável.

Quando fui escolher uma mesa vi Sabrina sozinha e aparentemente meio decepcionada.

bar

Parecia esperar por alguém que não apareceu.

Aproveitei e a cumprimentei sorridente. Ela respondeu de forma simpática e oportunista como sou perguntei:

−Posso me sentar com você?

Ela respondeu:

Claro que sim. Minha amiga não vem mais. Aconteceu um imprevisto.

Me sentei a mesa e pedi o cardápio ao Garçom, porém não sabia o que conversar com ela. Então fiz uma pergunta:

− Você aceita um vinho?

Ela me respondeu:

−Claro. Prefiro tinto suave. Com olhar fixo em meus olhos.

Percebi que ela não usava sutiã e já fiquei excitado.

O vinho chegou e a gente estava sem assunto.

Logo ela soltou um comentário que deixou meu pau babando.

– Achei linda aquela mulher de calça boca de sino, scarpin vermelho e decote em V, muito atraente.

Meio que sem reação, respondi:

−Adoro garotas que tem atração por mulheres também. −Ela com muita naturalidade complementou:

– A vida é para ser vivida. Não me limito ao tradicional.

E em seguida ela alisou meu pau que já estava duro.

Foi quando a convidei para um lugar mais reservado e ela topou na hora.

bar 2

Paguei a conta e fomos para meu carro.

A safada nem me beijou e já estava abrindo zíper da minha calça para chupar.

Subia e descia lambendo da cabeça do meu pau até o saco.

Chupava bem molhado e engasgava com ele todinho na garganta.

Tive muita dificuldade para dirigir, mas ela se divertia.

Entrando no quarto de motel eu dei risada e ela me perguntou

– Está rindo de quê?

Respondi:

Te paguei uma taça de vinho, você chupou meu pau o caminho todo e não sei sequer seu nome. Além do mais, você tem um jeitinho de moleca. Você não é menor de idade não né? Não quero problemas.

Ela me respondeu:

− Meu nome é Sabrina e não sou menor. Tenho 20 anos. E seu nome também não sei.

– Sílvio. -Respondi. – Ela continuou me olhando como se faltasse algo, então continuei.

−E não sou menor. Tenho 38 anos.

Sabrina deu um sorriso lindo. Então a beijei intensamente.

Ela gemia ficando mole. Respirei no pescoço dando mordiscadas de leve.

Lambi sua orelha e fui descendo devagar até os peitos abaixando a alça de sua blusa.

Os seios estavam arrepiados e durinhos. Levei a mão até sua bucetinha e esfreguei por cima da roupa enquanto chupava aqueles peitos medianos e durinhos.

Ao retirar sua calça vi que usava uma linda lingerie rendada que deixava a mostra seu belo grelo.

Eu já sentia o cheiro dela molhada e meu pau estava latejando.

Segurei pelos cabelos colocando-a de joelhos para chupar mais um pouco.

Rebelde como é, me jogou na cama e sentou com a buceta molhada na minha cara.

Esfregava a buceta na minha cara gemendo até que se virou de costas e fizemos um meia nove bem gostoso.

sexy girl

Confesso que não aguentei e gozei no melhor meia nove da minha vida até então.

A cara de timidez escondia a quão pervertida ela era. A safada não deixou uma gota da porra.

Limpou todo o meu pau com a língua e como o tesão era demais, meu pau duro, permaneceu.

A gulosa aproveitou e sentou na minha rola como se não houvesse outra oportunidade.

Cavalgava forte passando a mão pelos próprios deis e arranhando meu peito.

Esfregou o grelo e logo gozou aos gritos de prazer.

Peguei seus cabelos novamente, mas agora era a minha hora de reinar.

A arrastei de quatro pela cama como se fosse uma bela cachorrinha.

Mandei que empinasse a bunda e ela abriu com as duas mãos pedindo para eu meter forte na buceta.

Sabendo que ela curtia uma pegada mais selvagem aproveitei para dar uns tapas naquela bunda redondinha.

Não demorou e ela anunciou o gozo.

Aí eu não aguentei vê-la e gozei pela segunda vez. Ficamos acabados!!!

Trocamos telefone e a deixei em casa.

Ao chegar fui tomar banho para dormir, pensava muito na transa e acabei me masturbando.

Quando terminei o banho vi que chegou uma mensagem de Sabrina no meu celular.

“Amanhã às 19:00 na minha casa, traz um vinho e eu faço um pratinho para acompanhar.”

Óbvio que no dia seguinte às 19:00 horas em ponto toquei a campainha com o vinho tinto suave na mão.

Sabrina saiu de vestidinho preto, meias arrastão e salto fino roxo.

Me chamou para entrar e disse que a casa era nossa.

Sabrina foi pegar às traças, saca rolhas e o pratinho.

Quando voltou trazia 3 taças e uma amiga já de lingerie.

Eu não acreditava no que meus olhos viam. Uma é bom, mas duas, muito melhor.

lingerie

−Aqui está o pratinho! – Disse Sabrina alisando a sua amiga.

Uma linda loira de lingerie preta, com batom vermelho e olhar intrigante.

Se beijaram acariciando os peitos, as pernas… e eu ainda sem acreditar cheguei perto e beijei as duas.

Meu sonho estava sendo realizado! Um ménage feminino!

Me senti um rei quando vi aquele contraste entre uma loira de lábios vermelhos e uma morena de cabelos cacheados me chupando.

Elas se revezavam. Enquanto uma chupava a cabeça do pau, a outra chupava o saco, além de se beijarem com minha rola entre seus lábios.

Me deitei. Aliás, me jogaram no tapete e enquanto Sabrina sentava na minha cara, sua amiga cavalgava loucamente no meu pau.

Estávamos todos com muito tesão e tudo acontecia naturalmente.

Foi mágico quando pelo espelho vi as duas se beijando.

Eu estava com saudades da bucetinha da Sabrina, então a coloquei de quatro e ela aproveitou para chupar a xoxota de sua amiga que com voz estremecida gritou:

− Estou gozando!

Minha visão ficou turva e eu metia cada vez mais forte até que Sabrina começou a tremer e pude sentir sua vagina melando.

Tirei meu pau e coloquei as duas com o rosto perto, se beijaram.

Dei um banho de gozo aos berros na cara das duas.

Lambiam a porra uma na cara da outra e tudo o que escorreu pelos peitinhos. Foi mágico!

Sabrina sorridente disse: “Nem abrimos o vinho ainda. Vamos comemorar!”

Bebemos o vinho ainda nus, enquanto eu me sentia o homem mais sortudo da terra.

Nunca imaginei que uma menina tão jovem fosse tão aberta para esse tipo de experiência.

E até hoje não sei o nome da loira da lingerie preta que proporcionou a melhor transa da minha vida.

FIM – Ménage... A Maravilhosa Trinca.

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Dricka Dellavassa

Escritora de contos eróticos e heavy user de produtos sensuais e eróticos.

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