Indelével Lembrança

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Indelével Lembrança
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Indelével Lembrança

Era inverno do ano 2020. Eu aparentava feliz até aquela época.

Meu rosto é considerado padrão de beleza. Quadrado, boca carnuda, olhos grandes cor de mel.

Os casacos, echarpes e botas me faziam parecer uma mulher muito requintada e assim eu me esquecia da tristeza que sentia a cada vez que tirava a roupa e me olhava no espelho.

O que eu via eram celulites, culote, barriga saliente… aquilo acabava comigo e passei a ficar cada vez mais triste.

Tinha crises de ansiedade porque quando chegava a época de calor eu já não postava mais foto alguma.

Não tinha vontade de me arrumar e nada me deixava bonita. “Talvez seja por isso que o babaca do Sérgio tenha me trocado por uma menina de vinte e dois anos.”

Meu Deus quanto pensamento patético na minha cabeça!

Ele também não estava na sua melhor forma, mas ninguém cobra isso dos homens, não é mesmo?

Depois de pensar bastante e ver mulheres até mais velhas que eu felizes, transando, saindo para dançar, viajando, decidi fazer algo para aliviar o estresse e não permitir que ansiedade me derrotasse ainda mais.

Faltavam dois meses para a chegada de um calor intenso. Decidi aproveitar aquele tempo frio para começar a correr.

Comprei tênis, calças de ginástica, top, camiseta e fui. Mas não pense que eu estava motivada porque não estava. Ao contrário, ainda me sentia ridícula.

Evitei correr no parque ou avenida onde atletas desfilam o corpo escultural.

Fui até uma rua mais afastada e reta que ninguém usava para fazer cooper. Até que não estava tão ruim. Eu ia no meu ritmo.

correndo

A reta levava para um morro em uma rua vazia. E, lá do alto dava para ver o pôr do sol.

Atravessei a rua correndo para fazer uma parada e assistir a tardezinha laranja lá do alto, mas como quem já está no buraco tende a se enterrar mais, virei o pé ao subir na calçada.

Foi um dor tão forte que gritei e caí ajoelhada, chorando com medo de não conseguir andar e decidida a nunca mais fazer aquilo.

Nesse dia passei a acreditar em anjos na terra. Com a cabeça ainda abaixada gemendo de dor senti uma mão quente e forte nas minhas costas.

Uma voz grossa e suave oferecia ajuda. Ele me sentou na calçada, tirou meu tênis e foi massageando meu tornozelo.

Como em um passe de mágica a dor ia sumindo. Me recompus, olhei para meu salvador e nem lamentei ter perdido o pôr do sol porque a imagem daquele homem ali diante de mim era deliciosamente linda.

Moreno de olhos azuis, bocão, sorriso largo e músculos que pareciam ter sido esculpidos no Olimpo.

Olhava para mim com um sorriso como se esperasse algo. Eu estava tão perdida na beleza do rapaz que não ouvi que ele havia me oferecido uma carona.

Hesitei por um instante, pois eu tinha medo de entrar no carro de um estranho, mas eu não tinha muitas escolhas, então aceitei.

No caminho o gato se apresentou. Heitor, personal da Academia Corpo.

Não ficava muito longe da minha casa. Me explicou os riscos de começar a se exercitar sozinha ofereceu uma aula experimental.

ajuda coach

No dia seguinte não havia nenhum inchaço no meu pé. Levantei bem cedo e fui na primeira hora. Nossa como meu corpo estava duro!

Atencioso Heitor me ajudava a segurar os pesos, me tocava delicadamente para me colocar na posição correta e, confesso que senti um pouco de vergonha dos meus pensamentos pois cada vez que aquele homem me tocava eu sentia o tesão subindo… um calor, palpitação e sem nenhum pudor minha mente o imaginava totalmente nu me jogando contra a parede e enfiando a rola todinha dentro de mim.

E assim os dias seguiram. Eu já não era mais capaz de viver sem a academia.

Meu dia só começava depois do treino. E depois do treino, o banho, e no banho eu sempre me tocava.

Passei a me amar, admirar, meu corpo e essa admiração por mim mesma me levava ao prazer.

Eu sentia a água descer pelas minhas costas, contornar meus seios enquanto eu passava o sabonete pelo pescoço e descia até o clitóris.

Me acariciava e quando colocava meus dedos lá dentro, era inevitável pensar em Heitor.

Me lembrava daqueles olhos me seguindo pela academia.

Eu via pelo espelho e ele não fazia questão de disfarçar. E assim eu gozava no chuveiro.

Enfim chegou a Primavera e, eu nem me lembro quando deixei de usar calças e camisetas compridas para treino.

Sei que minha auto estima estava tão elevada que eu me sentia gostosa.

Meus quarenta e cinco anos já não pesavam mais. Eu já não me sentia velha e gorda.

Eu estava melhor que muita menina de vinte anos.

Eu me sentia gostosa e fazia questão de ir a academia com shortinhos curtíssimos.

malhando

No dia do melhor treino da minha vida, acordei e coloquei uma sainha rosa de treino e um top.

Prendi os cabelos em um rabo alto deixando um pouco cair sobre meus ombros.

Peguei um pesinho e me sentei para treinar braços. Pelo espelho vi que Heitor me olhava com carinha de desejo.

Dei uma risadinha e comecei a realizar o movimento de forma errada. Heitor veio até mim, se sentou atrás de mim com as pernas bem abertas.

Tirou o cabelo do meu ombro, encostou a boca e falou baixinho, quase sussurrando:

− Deixe a coluna ereta, pra não se lesionar.

Colocou a mão esquerda na minha barriga, quase na virilha e me puxou para trás.

Nesse momento senti que o que estava ereto era seu pau. Fiquei ofegante, arrepiada e com a calcinha molhada.

Desceu a mão direita desde meu pescoço, alisando toda a extremidade do meu braço até chegar na minha mão. Segurou o peso e repetiu comigo o movimento por algumas vezes.

Eu quase tive um orgasmo ali mesmo.

Heitor viu que estava passando dos limites, se levantou e foi até o banheiro.

Tive certeza que havia ido se masturbar para voltar à postura profissional.

“É agora ou nunca!”, pensei.

Me dirigi ao banheiro e eu estava certa. Ele estava com o pau na mão.

E que pau! Estava duro com as veias salientes. Grosso, grande, retinho de dar água na boca.

Ele estava com os olhos fechados mordendo os lábios.

Entrei bem quietinha, me abaixei e coloquei a boca na cabeça daquela rola linda enquanto ele fazia o movimento de vai e vem com as mãos.

Ao sentir minha boca, o gato se assustou, mas não levou dois minutos para colocar um sorriso no rosto.

Tirou a mão do pau e deixou comigo.

Comecei colocando-o todinho na boca e quando engasguei aproveitei a baba e cuspi para que ficasse ainda mais lubrificado.

Olhei em seus olhos com cara de safada e chupei bem gostoso.

Enquanto chupava freneticamente, Heitor me levantou, colocando-me de costas para ele e de frente para o espelho.

Abaixou meu short saia, e se abaixou também.

Abriu minha bunda com as mãos e enfiou a língua dentro do meu cuzinho enquanto eu me masturbava.

Ficou de pé, levantou minha perna direita e enfiou aquele pau todinho na minha buceta que já estava molhadinha.

Ele metia devagar, porém com força e eu sentia aquele pau cada vez mais duro dentro de mim.

Eu com as mãos apoiadas na pia, já estava tremendo quando levantou meu top expondo meus seios no espelho e acariciando meus mamilos enrijecidos.

transa

Senti o gozo chegando e me entreguei.

Heitor metia ofegante, rebolava com aquele pau atolado na minha buceta e, quando percebeu que eu havia gozado, tirou da buceta e enfiou no meu cu.

Quando começou, tentei pedir para que parasse pois eu não era adepta de anal, mas estava tão entregue, que eu não conseguia dizer “não” para nada que ele me pedisse.

Ardia um pouco. Com uma mão ele me massageava o grelo e com a outra virava meu rosto e beijava minha boca.

Quando me dei conta, aquela rola enorme estava todinha dentro do meu cu e eu estava gostando, gemendo, rebolando.

Heitor segurou na minha cintura e meteu forte no meu cu.

Quando gritei que ia gozar, tirou o pau, me virou de frente se ajoelhou, ergueu minhas pernas e sugou todo meu gozo.

Meteu a língua dentro da minha buceta e fazia movimentos circulares que contribuíram para prolongar meu ecstasy.

Ele estava louco de prazer. Tremendo.

Me ajoelhei e chupei aquele pau duro sem parar de lhe olhar nos olhos.

Ele gozou e eu retribuí. Engoli tudo.

Quando me recompus, Heitor perguntou ofegante:

−O que foi isso?

− Uma lembrancinha por ter mudado minha vida.

Me aproximei e dei um beijinho delicado naquela boca que ainda estava aberta sem acreditar no que havia acontecido.

Ele sorriu e ficou lá sentado com um lindo sorriso bobo, mais suado do que quando pratica uma hora de cardio.

FIM – Indelével Lembrança…

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Dricka Dellavassa

Escritora de contos eróticos e heavy user de produtos sensuais e eróticos.

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