É Destino Que Chama?

391 0
é destino que chama
()

É destino que chama?

Sempre quis conhecer o mar de perto, sentir as areias nos pés ao som das ondas.

Só de imaginar a cena, a calmaria toma minha mente.

Descansar olhando o horizonte enquanto me refresco com uma água de côco debaixo de um guarda sol, assim como vemos pela TV.

Vivendo na roça, a gente tem pouco tempo e, muitas vezes, pouco dinheiro para realizar estas vontades.

Então resolvi poupar uma grana durante o ano todo para viajar na próxima entressafra e realizar este sonho.

Depois de pesquisar resolvi que iria para Copacabana, no Rio de Janeiro.

Acredito que conhecer as praias do Rio de Janeiro é o sonho de muitos brasileiros.

No início do mês de dezembro comecei a fazer as compras.

Comprei as malas, roupas, sungas e tudo que pretendia levar.

O hotel já havia reservado com antecedência.

As passagens nem se fala, comprei antes da reserva do hotel para garantir que tudo saísse como planejado.

Quando fui retirar as passagens no guichê da companhia de ônibus, ao pegar meu documento para entregar a atendente, deixei cair sem perceber as chaves da minha casa.

Foi quando senti um toque no meu braço e ouvi uma voz doce dizendo:

– Oi… desculpa… mas você deixou cair suas chaves.

Olhei para trás e vi uma linda garota de cabelos loiros, olhos verdes, nariz fino, boquinha de coração, vestidinho vermelho e seios medianos.

Ela olhou tão fundo dos meus olhos que cheguei a ficar meio sem graça.

Agradeci a gentileza e me voltei para o guichê.

A atendente disse: “Marcos, sua passagem é para Rio de Janeiro, correto?” Confirmei, peguei minha passagem e fui aguardar o ônibus.

Me sentei em um banco e fiquei jogando no celular para passar o tempo.

Quando sentou ao meu lado a moça gentil.

Me assustei com ela dizendo:

– Você também vai para o Rio de Janeiro? Perguntou ela.

– Aham… Consenti com a cabeça. Programei essa viagem o ano todo… quero muito conhecer Copacabana, ir ao bondinho no Pão de Açúcar e ao Cristo Redentor.

– Boas escolhas… e acho que você vai adorar! Marcos, não é… seu nome?”.  Ela prestou a atenção no meu nome e no meu destino quando estávamos na fila no guichê!

– Sim, respondi.

– Natasha… muito prazer.

Dali em diante engatamos um bate-papo muito gostoso onde ela me contou que é carioca da gema e me explicou um pouco da cultura local do Rio de Janeiro e suas peculiaridades.

natasha e marcos

O tempo voou e logo deu o horário para que entrássemos no ônibus.

Fiquei um pouco triste porque o papo estava bom e a menina uma preciosidade… não só porque era linda, mas também muito simpática.

Mas, foi bom enquanto durou… quem sabe o destino nos aproximaria de novo pelas andanças no Rio… vai saber.

Ao entrar no ônibus, procurei pela minha poltrona que estava mais para o final do ônibus e, ao achar, comecei a me acomodar quando vejo Natasha ao meu lado novamente.

– Minha poltrona é ao lado da sua… é destino que chama? Sorriu piscando para mim com um jeitinho lindo de menina levada.

Uma sensação estranha me tomou de assalto mexendo muito por dentro… ao mesmo tempo uma realização mágica do destino ter ela ao meu lado novamente em uma viagem de mais de 14 horas.

Será que teríamos tanto assunto assim para conversar ou será que iria ficar aquela situação constrangedora de falta de assunto misturado com um ar de “esquisitice”…

Natasha e eu tratamos de focar em nos acomodarmos bem, ajeitando o pequeno travesseiro e cobertas que nos deram para a longa viagem… e economizamos um pouco também no bate-papo.

Depois que o cobrador passou contando poltronas, como de costume e apagou as luzes, Natasha me olhou rindo e disse:

– Quando vão servir o vinho?

– Taí, não seria nada mal, hein?! Respondi concordando…

– Seria perfeito… já reparou como o ônibus está vazio?

Voltamos a conversar novamente com ela contando coisas super engraçadas da vida dela e de como gosta de aproveitar todos os momentos da vida, sem deixar passar as oportunidades de colecionar boas memórias.

Já no meu caso, como um cara do interior, sempre vivi os dias de maneira mais comedida e pensando nas consequências.

Mas aquela menina tinha sim um ponto de vista muito interessante sobre a vida e os momentos a serem vividos e, quando me dei conta, estava olhando para ela sorrindo com uma cara de bobo.

– Porque está sorrindo assim? Disse ela rindo…

– Estou te admirando… na verdade você é admirável. Esse seu jeito de viver a vida aproveitando os momentos. Eu sou meio travado e penso muito em tudo antes de fazer.

Natasha ficou me olhando falar com aquele olhar de menina levada, quando me perguntou:

– Entendi… mas me responde uma coisa agora, sem pensar muito. O que você está pensando nesse exato momento.

Comecei a olhar para ela e a pensar muito, quando ela tocou com um de seus dedos na ponta do meu nariz e disse:

– Responde sem pensar, Marcos…

marcos sorrindo bobo

E, sem pensar, disse:

– Estou pensando em como seria bom um vinho agora para a gente relaxar…E você, está pensando em que agora?

E Natasha sem pensar disse:

– Pensando em chupar você…

O que me deixou completamente sem palavras e totalmente desconcertado. A única coisa que consegui fazer foi rir.

Ela sorriu e começou a se mexer de maneira estranha na poltrona, por debaixo da coberta e quando percebi ela havia tirado a calcinha.

E rindo, me entregou.

Fiquei meio sem reação, mas confesso que muito excitado… e meu pau quase rasgou minha bermuda de tão duro.

– Ta doida, menina… alguém pode ver! Falei baixinho, rindo de nervoso.

Natasha sem pensar colocou sua mão por baixo de minha coberta, procurando meu pau, por cima da bermuda.

E acariciando-o me falou: 

– Adoro correr riscos.

Natasha então colocou suas duas mãos por debaixo da minha coberta, abriu o zíper e puxou meu pau para fora da bermuda, começando a me masturbar.

E eu ali… com cara de bobo, segurando a calcinha dela e adorando tudo aquilo, mas ainda meio sem reação.

Ela colocou a cabeça no corredor para espiar se havia alguém sentado muito próximo da gente e, quando percebeu que não havia ninguém nas poltronas mais próximas, levantou minha coberta e começou a beijar a cabeça do meu pau.

Passou a língua circulando a cabecinha dele e começou a me chupar gostoso. Não coloquei a mão na cabeça dela, e a deixei conduzir da maneira que ela quisesse. Aquilo tudo parecia um sonho e não queria estragar o momento sendo rude ou sem noção…

Ela então parou de chupar e me olhou nos olhos, quando começamos a nos beijar de forma muito intensa.

Nossos beijos estavam sem controle naquele momento e nossas bocas ferviam de intensidade… boca, pescoço, orelhas e boca de novo numa sintonia absurdamente prazerosa.

beijando incontrolável

Agarrei seus ombros e pescoço e comecei a sentir sua pele macia, descendo pelos seus seios até suas coxas.

E ao descer, pude sentir o quão excitada estava Natasha, tocando levemente sua bucetinha a sentindo com a lateral de um de meus dedos.

Tudo estava muito excitante, quando Natasha afastou totalmente a coberta e subiu em cima de mim encaixando devagarinho meu pau em sua bucetinha, que entrou deslizando no molhado intenso em que se encontrava…

Natasha foi se acomodando até que entrou tudo, quando me olhou com ar de menina sapeca de novo e começou a rebolar, ao mesmo tempo que subia e descia com jeitinho, para não fazer muito barulho.

Puxei um das alças de seu vestido para pudesse desfrutar de seus lindos seios, o que a deixou ainda mais excitada.

Sua respiração foi ficando ofegante e seus lábios deliciosamente quentes quando beijei sua boca, bem de levinho.

Ao mesmo tempo que estava ali aproveitando tudo aquilo, não conseguia para de pensar que a qualquer momento alguém poderia passar para ir ao banheiro e pegar a gente naquela situação.

E isso de certa forma também me ajudava a manter a concentração e não gozar rápido demais, afinal, queria aproveitar ao máximo tudo aquilo.

Quando de repente, percebi que alguém estava vindo para o final do ônibus, em direção ao banheiro.

Abracei-a colocando o seu rosto no meu ombro em direção a janela, e a protegi com meu cobertor.

Apesar de estar escuro, se a pessoa percebesse, poderíamos ter problemas.

Era um cara de uns vinte oito ou trinta anos que, obviamente, percebeu tudo na hora que passou pelas nossas poltronas.

Ele foi em direção ao banheiro e ao ouvirmos fechar a porta, Natasha voltou e me beijar novamente, voltando a rebolar no meu pau devagarinho.

Escutamos a porta do banheiro novamente se abrir e voltamos a ficar quietinhos…

Porém, o estranho foi que, o rapaz não passou novamente pela gente… o que nos deixou intrigados.

Permanecemos quietinhos por um tempo, até que Natasha virou e falou rindo no meu ouvido:

– Acho que temos um voyer… ele quer ficar perto para poder ver e ouvir o que estamos fazendo. Que tal a gente dar a ele o que ele quer?

voyer no onibus

Eu confesso que não sabia se concordava ou reprimia aquela situação… e no meio das minhas dúvidas, Natasha voltou a rebolar gostoso e a respirar de forma mais ofegante, afim de ser ouvida por quem estivesse por ali perto.

E, sem pensar muito, voltamos a nos beijar intensamente.

Voltei a chupar seus seios, mordendo levemente seu biquinho ao mesmo tempo que passava minha língua ao redor de suas auréolas.

Natasha começou a subir e descer no meu pau e, com os olhos, procurava o cara que estava por ali… quando disse rindo baixinho no meu ouvido:

– O cara está olhando para cá e tocando uma punheta ouvindo a gente transar.

A única coisa que pensei foi: “que sorte que não sou eu tocando punheta vendo alguém transar”.

– Deixa ele para lá… rebola gostoso que daqui a pouco quero te chupar e ver você gozar na minha boca, respondi.

Natasha abriu um sorriso gigante e cavalgou gostoso na minha piroca até me fazer gozar… colocando a mão na minha boca para eu não gemer alto de tanto tesão.

Assim que eu gozei, ela saiu de cima de mim, me olhou e disse:

– Agora é minha vez… me chupa até eu gozar, vai…

Ajeitei ela na poltrona com a cabeça para o corredor e as pernas para a janela, na minha direção, e comecei a beijar suas coxas, indo em direção a sua bucetinha.

Estava escuro, mas conseguia com a língua sentir os pequenos lábios, beijando delicadamente seu clitóris e com isso, fazer um lindo retrato de sua bucetinha em minha imaginação.

Comecei a chupar gostoso seu clitóris e Natasha claramente demonstrava seu tesão na ponta de seus dedos contra minha cabeça, pressionando-a sempre que o atingia no ponto certo que a deixava fora de controle.

Quando olho para cima, vejo que Natasha estava olhando para o rapaz que foi para o fundo do ônibus se masturbar.

Naquele momento, eu não estava preocupado com isso… eu só queria que ela gozasse intensamente, como me fez gozar.

Alguns segundo depois, sinto suas mãos apertando minha cabeça com muita intensidade e suas pernas tremerem ao redor de minha cabeça… ela estava gozando forte em silêncio.

orgasmo intenso

Continuei chupando até que ela empurrou minha cabeça, afastando-a de sua bucetinha.

Subi sorrindo e encontrei uma menina linda, totalmente descabelada e altamente satisfeita.

Nos ajeitamos, colocando as coisas no lugar e nos vestimos novamente, enquanto engatávamos em novos assuntos e risos… e quando tudo já parecia ter voltado ao normal, Natasha vira para mim e diz:

– Tem mais uma coisa que preciso fazer, antes de ficarmos a noite toda conversando.

Ela se levantou e foi para o final do ônibus, falar com o voyer que nos observou durante nossa transa.

Fiquei meio sem entender muito bem… e, quando notei que já tinha um tempo que ela não voltava, resolvi olhar para trás, para ver o que ela estava fazendo.

Quando olho pelo corredor, vejo Natasha tocando uma punheta para o cara. Sem beijar nem nada… apenas o masturbando e vendo ele gemer de prazer.

Ela sorriu para mim e me mandou um beijinho.

Nesse momento eu percebi o quão “da roça” eu deveria ser, porque se bem entendo ela estava comigo há alguns minutos atrás e parecia satisfeita.

Mas, gente da cidade deve ser assim mesmo, pensei.

Além disso, tudo não passou de uma aventura dentro do ônibus.

Voltei a olhar para a Natasha, e ela fez o cara gozar gostoso, tocando uma belíssima punheta para ele.

Natasha voltou e sem pensar, perguntei rindo:

– O que foi isso?

– Ela respondeu gargalhando… Solidariedade, eu acho…

Realmente Natasha tem um jeito único de viver sua vida e colecionar suas memórias.

FIM - É destino que chama?

Quer Apimentar O Seu Relacionamento?

Acesse a nossa loja em Apimentou.com.br e passeie pelos departamentos e categorias. Nós possuímos uma infinidade de produtos de diferentes marcas, modelos, estilos, funções e tamanhos que farão você pirar com tanta novidade e possibilidade.

E o site ainda possui comparador de preços de produtos e frete de diversos lojistas de todo o Brasil, para você comprar mais barato e receber mais rápido.

E o mais legal, nós estamos online no site TODOS OS DIAS, das 11h à 0h!

Estamos sempre online para atender você e tirar todas as suas dúvidas, além de lhe ajudar a comprar o melhor produto, pelo menor preço.

Não é robô que fica respondendo um monte de besteira, tirando a nossa paciência… É o nosso time de experts em produtos sensuais e eróticos para lhe dar o melhor atendimento na Apimentou!

E tudo respeitando o sigilo nas informações passadas e em sua identificação.

Basta nos chamar no chat online do site! ; )

E, oh, aqui no Blog da Apimentou nós vamos tirar todas as suas dúvidas, sobre tudo relacionado à nossa vida sexual.

Se quer saber mais sobre um determinado tema, deixe um comentário abaixo e nós vamos providenciar para você.

E você pode enviar a alguém que você queira ajudar a tirar dúvidas sobre o tema.

Todas as terças, quintas e sábados tem matéria nova no ar!

No blog ou no Canal da Apimentou no YouTube.

O que você achou deste post?

Clique nas estrelas

Média da classificação / 5. Número de votos:

Nenhum voto até agora! Seja o primeiro a avaliar este post.

Lamentamos que este post não tenha sido útil para você!

Vamos melhorar este post!

Diga-nos, como podemos melhorar este post?

Dricka Dellavassa

Escritora de contos eróticos e heavy user de produtos sensuais e eróticos.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.