Café, roteador… desejo e ardor!

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desejo e ardor
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Café, roteador... desejo e ardor!

Era um dia quente de verão. Estava louco para tirar aquela camiseta do uniforme vermelho. Também estava louco para receber uma chupada de um novo cara que conheci no Tinder. Me imaginava pelado de pernas abertas na cama só sentindo o vaivém da cabeça dele pelo meu pau. Só que estava preso naquele trabalho CLT chato.

Pensei que ia ser apenas mais uma visita de rotina. Com senhoras idosas que nem sabem reiniciar o roteador ou oferecer um copo de água.

A casa não tinha campainha. O dia só ficou pior. Um cachorro vira-lata preto não parava de latir. Gritei pelo nome da cliente e bati palmas.

– Gislaine! – Meu grito foi aplacado pelos latidos animados do cachorro. Não parecia com raiva. Ele só queria brincar. Eu também, mas minha brincadeira envolvia beijo grego. Não acho que o cachorro queria saber disso.

Depois de séculos naquele calor dos infernos uma moça apareceu no portão. Ela estava só de robe fininho enrolado com um cordão branco. O negócio era indecente. Conseguia ver a forma do corpo dela certinho.

Apesar de esperar a chupada do meu novo companheiro do Tinder, eu sei apreciar a beleza feminina. Ela tinha seios médios. Dava para ver seus mamilos eriçados e cor-de-rosa. Nunca comi uma mulher com a buceta cor-de-rosa. Fiquei levemente animado. Não me importaria em consertar o problema do roteador dela.

Gislaine me impressionou mais uma vez. Quando entrou na casa (dava para ver o bumbum majestoso e empinado dela pelo robe), ela me ofereceu água ou café. Pedi um café só para olhar para o traseiro dela outra vez.

Vi a curva que seu corpo fazia em S. Ela tinha covinhas nas costas. Gislaine era pálida como um papel de sulfite. Sua boca tinha o formato de um coração. Seus cabelos eram lisos, negros e compridos. Eu imaginei se ela gostava de puxões na cabeça. A foderia com força se ela deixasse.

Suas pernas tinham um charme peculiar. Eram finas e um pouco tortas como uma criança que ainda não aprendeu a andar direito. E tinha pequenas sardas em volta do nariz pequeno.

Mesmo com toda minha pretensão, me sentia feio naquele uniforme. Faço musculação todos os dias depois do trabalho (se não tiver um encontro sexual). Moro sozinho e me considero um homem bonito. Aquele uniforme grudado ao meu abdômen que não favorecia minha aparência. De repente, quis parecer sexy para Gislaine.

Ela voltou com uma xícara de café feita na hora. Aceitei com educação. Estava um pouco formal demais.

– Está muito quente para tomar café – Gislaine comentou. – Mas entendo que o seu serviço não deve ser fácil.

cafe

Engoli o café do mesmo jeito que engolia a porra dos meus parceiros sexuais e perguntei sobre o defeito no roteador. Ela explicou em palavras rápidas o defeito. Não era nada que levaria mais de meia hora para resolver.

Pus a xícara de café em uma mesa de centro. Agradeci e comecei a trabalhar. Gislaine me deu outro motivo para entender que aquele dia era especial. Sentou-se no braço do sofá preto e abriu levemente as pernas. Imediatamente fiquei de pau duro. Sua buceta era rosadinha como imaginei e estava toda depilada. Ela abria e fechava as pernas e fingia não perceber que estava me provocando.

– Meu marido vai chegar logo – informou ela de forma descontraída.

Nem sabia o que pensar. Se ela queria uma foda rápida com o técnico da operadora ou se queria que eu fosse embora. Sou um cara que já viu de tudo, mas nada no serviço nunca foi assim.

Tentei me concentrar no roteador. Gislaine estava a cinco passos de mim. Sei que é estranho dizer isso, mas sentia o cheiro da buceta dela. Era um leve odor natural. Ela também tinha cheiro de uma flor que nunca vou saber o nome.

– Quanto tempo você acha que vai demorar? – perguntou Gislaine e cruzou as pernas.

Fiquei ainda mais confuso. Respondi sem olhar para ela:

– Cerca de meia hora.

– E, se demorar mais, alguém vai sentir sua falta? – perguntou Gislaine.

Achei que ela ia me matar ou me foder com um cintaralho de 30 centímetros. Quase ri da ideia. Gislaine tinha quase 15 centímetros a menos que eu. Devia ter 1,60m no máximo. E era tão magra que a ideia de me forçar a fazer algo era risível.

– Eu faço academia à noite – expliquei para ela formalmente.

– E se o conserto demorar mais que meia hora? – perguntou ela abrindo as pernas de uma vez. Não dava mais para esconder meu pau duro. Estava doendo. Ele estava todo embolado em uma calça jeans de trabalho. O sentia querer explodir lá dentro. Gislaine percebeu minha vergonha. Coloquei a mão no pau por puro instinto.

– Ninguém vai saber que demorou pelo menos umas duas horas – convidou Gislaine. E aceitei o convite com prazer.

sensual

Gislaine abriu rapidamente seu robe transparente e seu corpo era magistral. Queria foder com ela ali mesmo, mas estava com medo do marido. Ela não perdeu tempo. Desabotoou minha calça velha de trabalho e puxou minha cueca samba-canção para baixo.

Quando dei por mim, ela estava ajoelhada no chão da sala. Ela puxou a pele da cabeça do meu pau para baixo. Isso fez a chupada dela me atingir com mais sensibilidade. Ela brincava com as minhas bolas enquanto fazia movimentos de ir e vir no meu pau com a boca.

Geralmente sou controlador na hora do sexo. Porém Gislaine era uma mulher decidida, apesar de aparentar não mais que 25 anos. Eu tenho 34. Coloquei a mão na minha própria boca para não gemer. Não podia nem falar vulgaridades porque foi uma surpresa toda a situação.

– E seu marido? – perguntei. Não queria que ela parasse de me chupar até enfiar meu pau na garganta, mas estava preocupado. Podia até perder aquele empreguinho maldito.

– Ele chega daqui a pouco – Gislaine aproveitou para tomar um fôlego e respondeu.

Eu já sentia vontade de explodir na boca dela. Prefiro a boca de um cara no meu pau, mas Gislaine não perdia para nenhum dos meus encontros casuais. Cada vez que a ponta do meu pau encostava no fundo da garganta dela, sentia uma onda de arrepio por todo meu corpo. Eu ia gozar. Já estava pensando em jogos de futebol para aguentar. Olhava para baixo e via aquela mulher magra de joelhos, brincando com as minhas bolas e enfiando meu pau na boca sem perder o ritmo. Só que a surpresa não acabou ali. Quando avisei que ia gozar junto com um gemido alto, Gislaine parou de repente.

– Não! Guarda toda sua porra para meu marido – ela quase gritou, controladora como era.

Ficou de pé e se enrolou no robe novamente sem fechar com o cordão. Eu fiquei ali na sala dela, seminu e totalmente frustrado.

– Guardar para seu marido? – perguntei sem entender.

– Hoje é nosso aniversário de casamento. Você é o presente – ela respondeu, dando de ombros.

Caramba! E como ela sabia que eu ia aceitar?

– Eu conheço uma prima sua – ela respondeu sem eu perguntar. – E pedi especificamente por você quando liguei para reclamar do roteador. Não tem problema nenhum com ele.

Fiquei boquiaberto. Já tinha conhecido mulheres safadas e espertas, mas Gislaine me surpreendeu de verdade. Queria saber mais do plano dela, mas um carro estava entrando na garagem.

Ouvi o barulho do portão abrir, o carro estacionar e a porta abrir e fechar.

– É ele! O nome dele é Ricardo.

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Um homem entrou na sala. A cena que ele encontrou fui eu puxando minhas calças para cima e tentando arrumar o uniforme amassado. Uma xícara de café vazia em cima da mesa de centro. Gislaine com o robe aberto e totalmente nua por baixo. O roteador intocado. Tive certeza que ele ia me matar. Mas, quando olhei para seus olhos só vi desejo.

Ricardo era um homem alto, de barba feita por um profissional. Tinha o corpo quadrado, não malhado como eu, mas forte ainda assim. Estava vestido formalmente com uma camisa e uma calça. Calçava sapatos. Suas sobrancelhas se juntaram de curiosidade. Ele deu passos seguros até mim e me beijou.

Saí do modo defensivo para o modo cheio de desejo em apenas um gesto. Percebi que Ricardo não tinha muita experiência como Gislaine. Devia ser a primeira vez dele com um homem. E sabia como atiçar suas vontades. Primeiro abracei o corpo todo dele. Meus braços se envolveram em seu pescoço. Durante o beijo, brinquei de mordiscar sua orelha direita, que tinha um brinco de ouro. Ricardo parecia cada vez mais relaxado. Parecia que estava esperando aquela oportunidade desde sempre.

Senti suas costas se relaxarem. Ele pegou meu rosto em um gesto de carinho e me beijou do jeito que beijava Gislaine. O pensamento me deu tesão. Nossos paus se chocavam; o dele preso na calça formal e o meu preso na calça surrada.

Quem entrou na aventura sexual foi Gislaine. Ela entrou no meio do beijo e depois agachou. Enquanto continuava a apreciar o beijo e tocar todo o corpo de Ricardo, percebi que Gislaine estava tirando as calças do marido com experiência. Ele usava uma cueca box preta e seu pau estava latejando. Coloquei a mão só para sentir e Ricardo gemeu.

Foi quando comecei a controlar a situação. Rapidamente tirei minha camiseta do uniforme e minha calça jeans. Baixei a cueca e fiquei nu como Gislaine. Ela deu um sorriso de aprovação e começou a me beijar. Ricardo entendeu a brecha para ele próprio se despir.

De repente senti mãos fortes me puxarem. Minha cabeça bateu no peito forte e peludo de Ricardo. Gislaine continuava entre nós, mas o presente era dele.

sofa

Eu o empurrei até o sofá e fiz Ricardo ficar de costas empinado para mim. Esse era o momento tão esperado. Ricardo obedeceu. Seu “botão” era amarronzado e fechado. Ele estava dilatando tanto quanto o pau de Ricardo. Sem enrolação perguntei para Gislaine:

– Vocês têm lubrificante?

Gislaine foi até o quarto e voltou com um frasco de uma marca chique qualquer. Ricardo estava impaciente. Enquanto Gislaine estava lá, aproveitei para enfiar a boca no rabinho dele. Eu lambia devagar para ele ter o melhor presente de todos os tempos. Ele fazia tanto barulho que achei que os vizinhos iam ligar para a polícia. Minha língua entrava e saía do rabinho virgem de Ricardo e ele gemia alto. A festa acabou quando Gislaine me deu o frasco e lambuzei aquele rabinho com o lubrificante gelado. Depois fiquei brincando com um dedo ao redor do buraco.

Gislaine decidiu voltar a me chupar. Ela se ajoelhou no meio das minhas pernas e voltou a fazer aquele trabalho maravilhoso com a boca. Enquanto isso eu enfiava e tirava o dedo de Ricardo.

– Vou fazer devagarzinho – prometi.

– Enfia de uma vez! – foi a primeira vez que eu ouvi a voz rouca de Ricardo. Todo seu corpo estava implorando pela penetração. Com um gesto, pedi para Gislaine parar de me chupar. Ela se levantou e sentou no segundo sofá.

Mirei meu pau no buraco de Ricardo e fiquei brincando com a cabecinha na porta dele. Ricardo gemia cada vez mais. Seus ruídos eram barulhentos e selvagens.

– Me fode porra! – ele gritou. Gislaine riu. Eu enfiei o pinto com tudo nele.

Ricardo deu um grito tão alto que acho que chegou até meu local de trabalho.

Comecei a entrar e sair de dentro dele devagar. Eu queria que ele pedisse. Queria que ele implorasse. Queria vê-lo aproveitar cada momento. Sei que ele sentiu um pouco de dor porque era sua primeira vez. E, naturalmente, oferecia resistência à entrada completa do meu pau. Ricardo sentia dor e desejo ao mesmo tempo. Ele urrava e pedia por mais. Estava de quatro no sofá. Cada vez que eu empurrava com mais força, Ricardo dava um berro daqueles. Passei a gostar disso.

Gislaine decidiu se juntar a nós. Ela começou a masturbar o marido enquanto o penetrava com cada vez mais força e freneticamente. Cada estocada era um gemido ou um grito. Ele não sabia separar o prazer da masturbação com o prazer do sexo anal. Juntou tudo até que ele esporrou por todo o sofá branco. Sua porra pintou o sofá. Ricardo deu um grito de satisfação enorme, todo seu corpo relaxou e tremia. Ele ficou parado e respirando alto. Gislaine abraçou o marido.

Fui parando aos poucos de estocar ele. Sabia que dava para estender o prazer. O corpo de Ricardo dava umas tremidas violentas. Seu pau pulsava. Ele estava suado por causa da atividade e do calor.

Eu também gozei dentro dele alguns segundos depois. Mas o que mais gostei nessa experiência foi de dar prazer para um cara casado.

– Obrigado pelo presente – murmurou Ricardo para Gislaine, envolvendo a esposa em um abraço. – E eu quero mais.

FIM – Café, Roteador… Desejo e Ardor!

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Dricka Dellavassa

Escritora de contos eróticos e heavy user de produtos sensuais e eróticos.

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