A “Pegada” Perfeita

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pegada perfeita
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A "Pegada" Perfeita

Sabe quando tudo dá QUASE certo no que a gente escolheu para nossa vida? Pois é, assim é minha vida com o Douglas.

Sempre fui do tipo sexo, drogas e rock n’ roll. Eu era ligada no 220. Vivia em tudo que é balada, shows ou o que viesse. E claro, um pouquinho de êxtase para cá e muita maconha para lá… assim era eu.

Ahhh… E sexo. Muito sexo.

Perdi a conta de com quantos caras transei por diversão e satisfação. Se eu via que o cara tinha “pegada” e era do tipo que iria me comer gostoso, nem pensava duas vezes, eu tinha que tê-lo. Ou ao menos chupá-lo gostoso.

Certa vez, após uma saída de uma balada com amigos, conheci o Marcos. Tipo do cara delícia. Engraçado, divertido e cheiroso. Eita homem gostoso. 

Na saída da balada, agarrei ele no meio da rua, levei para trás de um poste e comecei a beijar gostoso aquela boca carnuda. Ele tinha uma barba ralada que me deixou louca de tesão. 

Coloquei a mão no pau dele e senti o volume. Estava tão duro que chegava a pulsar na minha mão. Comecei a abrir o zíper e ele me olhou com cara de espanto, afinal, estávamos no meio da rua.

Tudo bem que já eram três da manhã, mas ainda assim, haviam carros passando e algumas pessoas saindo da mesma balada.

Continuei a abrir o zíper, ele titubeou e me olhou como quem diz, você não é tão louca assim. E se tem uma coisa que odeio, é quando alguém me desafia. E aquele olhar parecia me desafiar.

Abri o zíper e puxei aquela piroca dura para fora e ali mesmo comecei a brincar tocando uma punheta para ele enquanto a gente se beijava. E, quando ele menos esperava, abaixei e enfiei aquela vara dura na boca, sentindo ela pulsar na minha língua.

Ele não parava de olhar para os lados para ver se tinha alguém vindo. Chupei gostoso em um movimento de vaivém com a boca e com as mãos ao mesmo tempo, fazendo ele gozar muito gostoso na minha boca. Quando olhei para cima, cheia de porra nos lábios, ele só conseguia sorrir de tão surpreso.

Mas isso cansa. E tinha percebido que minha vida até ali não tinha dado em nada. Só um monte de lembranças loucas.

Tudo bem que colecionei momentos que nunca mais vou esquecer. E isso, não tem preço. Mas o fato é que havia chegado até ali sem nenhum direcionamento claro na minha vida e sem ninguém certo para pensar em construir algo juntos.

E se você não tem foco, disciplina, não chega a lugar nenhum. Essa vida de balada tem um preço. E o preço chega uma hora. E sai caro.

No meu caso estava saindo bem caro. Eu já tinha 25 anos, nenhum diploma, nenhuma carreira, nenhum direcionamento. Nada. Um monte de nada.

Estava muito sem rumo e sem saber para onde ir. 

E decidi entrar para um grupo de jovens de uma igreja. E foi maravilhoso. 

Isso me renovou e me tirou das drogas e da bagunça. E eu precisava disso. Não tinha forças para tentar fazer isso sozinha.

grupo jovem

Foi quando conheci o Douglas. Homem de porte alto, cabelos ligeiramente grisalhos, apesar de pouca coisa mais velho que eu. Engraçado, divertido e muito amigo.

Ali desenvolvemos uma amizade que, aos poucos, virou o início de um romance.

Mas, como muitos sabem, romance na igreja se baseia em mãos dadas e poucos beijos. Isso, claro, para aqueles que de fato seguem a bíblia, como era o caso do Douglas.

Homem de enorme fé, fazia questão de estar sempre presente na igreja, seja cultivando a sua fé, seja nos programas de auxílio voluntário. E eu estava sempre ao lado dele.

Com o tempo começamos a fazer planos juntos e a pensar como casal. Foi quando decidimos casar.

O casamento foi bem simples, pois não tínhamos muito recurso. E nossas famílias, também de origem humilde, não podiam nos ajudar com muito.

Mas o fato é que nós não estávamos preocupados com isso. Apenas queríamos vencer mais essa etapa para podermos passar livremente para a outra… o sexo!

Nem sei como sobrevivi tanto tempo sem sexo… a bíblia que me desculpe, mas nunca me masturbei tanto.

Meu repertório de vibradores nunca foi tão grande. Tinha de tudo… bullets, ponto G, rabbit e um maravilhoso sugador de clitóris que apelidei de Celo.

meu repertório

O Celo foi um peguete que tive e que adorava me chupar. E me dava orgasmos que até hoje me entorta a espinha só de lembrar de tão intenso que era.

Ele não apenas chupava. Ela degustava minha bucetinha de um jeito que só ele até hoje havia sido capaz de fazer.

E o mais gostoso era ver a satisfação dele em me chupar, em me ver gozar.

Ele beijava minhas coxas, e ia subindo devagarinho com mais beijinhos… quando alcançava minha buceta, ele beijava ela toda, lambendo com cuidado os grandes lábios, passando para os pequenos e alcançando o clitóris. E forma como ele chupava meu clitóris me fazendo gozar tão forte, só o sugador conseguia chegar perto. Mas o verdadeiro Celo ainda era melhor… muito melhor que o sugador.

Na noite de núpcias, após nosso casamento, fomos para o quarto para nossa primeira noite juntos. Eu estava eufórica, ia transar depois de 3 anos na seca. E o melhor, com o homem que escolhi para ser o meu par para o resto da minha vida.

Eu estava muito excitada e coloquei uma lingerie linda para ele. Quando cheguei na cama, ele não parava de sorrir e de me olhar de pau duro, embaixo dos lençóis.

Olhei para ele e fui com tudo para cima… e foi decepcionante.

Douglas não tinha “pegada”, não tinha aquele tesão… aquela fome que a gente sente de devorar o outro lambendo, esfregando, mordendo…

E o  sexo foi um banho de água fria. Algo sem sal, morno.

Pelo menos ele não tinha ejaculação precoce e nem pau pequeno.

O que, pensando agora, talvez fosse até melhor, tendo em vista que ir para cama com ele passou a ser um suplício.

Não que fosse horrível… era penas sem graça.

Eu gozava sempre que queria. Com minhas próprias mãos, claro. Ele não sabia nem direito para o que servia o clitóris.

E assim fomos seguindo, por vários anos. Até que conheci o Márcio.

O Márcio era um novo amigo do Douglas. Amizade feita em um curso que ele estava fazendo de especialização em inglês acadêmico. Eles estudavam na mesma sala. E, um certo dia, quando fui encontrar com o Douglas, estavam os dois batendo papo do lado de fora do curso.

De longe quando comecei a me aproximar e bati o olho nele, lembrei da antiga Larissa e da fome que sentia por comer aqueles que me mexiam comigo me arrepiando a espinha.

E quanto mais me aproximava dele, mais o arrepio aumentava.

Quando cheguei, os dois riam a beça de algo que o Márcio estava contando. E eu só conseguia prestar atenção na boquinha gostosa dele e imaginar ele chupando meus peitos e esfregando aquela barba ralada no meu corpo.

douglas e márcio

Quando me dei conta, Douglas havia me apresentado ele e eu estava ainda encarando os lábios do Márcio.

– Larissa, acorda… tá em transe, mulher? Disse Douglas rindo.

– Desculpa, amor. Ainda com a cabeça no trabalho, respondi sem jeito.

– Esse é o Márcio. Estuda comigo aqui no curso.

Quando peguei na mão dele, o arrepio na espinha voltou. E para piorar, ele pegou na minha mão e a beijou… o que trouxe o arrepio para outro lugar, além da espinha.

Fomos para casa e já no trajeto de volta, comecei a querer saber mais desse novo amigo do Douglas.

Descobri que era casado, o que para minhas intenções com ele seria perfeito. Eu não tinha a menor intenção de me separar do Douglas. Apenas queria “provar” um pouco dele.

Foi quando organizei um pequeno evento para alguns amigos na minha casa e sugeri ao Douglas convidar o novo amigo com a esposa. Queria conhecer ele um pouco mais e saber se de fato eu iria continuar a sentir o que senti ao conhecê-lo.

No dia do evento, me produzi toda e coloquei uma cinta-liga por baixo do meu vestido. Havia tempo que não fazia isso e queria me sentir segura e poderosa. E nada como uma cinta-liga para isso.

Quando eles chegaram, fui abrir a porta e, quando ele me olhou, o arrepio voltou… e junto veio um frio na barriga. E acho que ele sentiu a mesma coisa… porque a noite toda a gente não conseguia parar de se olhar.

Tentei disfarçar o máximo que podia, afinal, além do Douglas, havia a esposa dele. Imagina a encrenca que poderia dar.

Mas precisava testar a hipótese, para ver se realmente ele estava na mesma sintonia, para que eu pudesse tentar algum movimento ao longo da semana.

Então, em um determinado momento, me vi sozinha com ele na cozinha. Ele estava me ajudando a organizar tudo, após o evento, secando os pratos, enquanto eu os lavava.

Aproveitei o momento para trocar olhares e sorrisos e, quando terminava de lavar os pratos, ao invés de colocar no escorredor de pratos, passei a entregar direto para as mãos dele, apenas para “esbarrar” com minhas mãos na dele.

Precisava fazer ele entender que estava querendo pegar ele.

E, para reforçar minhas intenções, me abaixei para pegar um talher que “deixei cair” para que ele pudesse ver minha cinta-liga.

Ele não só viu como abriu um sorrisão ao ver. Pude perceber de canto de olho.

Quando virei ele disfarçou. Mas passou a me devorar com os olhos… o que só me deixava mais excitada.

Logo ele foi embora com a esposa e fui direto para o banheiro me masturbar pensando nele me chupando.

Os dias se passaram e eu não tinha mais motivos para ver ou falar com o Márcio… quando lembrei do Instagram.

Se deseja chamar a atenção de alguém, basta curtir algumas fotos antigas da pessoa. Ninguém fica olhando fotos de Instagram antigas se não tiver algum interesse.

Instagram do márcio

Dito e feito. Foi eu curtir algumas fotos dele sozinho, que ele acessou meu álbum e curtiu algumas fotos minhas sozinha e de biquini na praia.

Aquilo me acendeu por dentro. Um tesão louco me deixou doida e, quase sem pensar, mandei uma msg para ele…

– Tá me “estalqueando” também é? Disse na mensagem…

– Ups… fui pego. Nem sei o que dizer, respondeu ele.

E, já sem rodeios e cheia de tesão, disse:

– Márcio, já percebi que tá rolando alguma coisa entre nós. Mas sou casada, você sabe… e você também é…

– Claro, Larissa, me perdoe. Não tive a intenção e nem quero atrapalhar nada…

Ele ainda estava escrevendo alguma desculpa qualquer, quando interrompi e disse:

– Então, se for rolar alguma coisa entre a gente é só putaria, combinado?!

Ele ficou uns 2 minutos escrevendo e apagando de tão desconcertado que ficou. E, claro, adorou saber disso.

Naquele mesmo dia agendamos o nosso encontro para o dia seguinte. Tanto ele como eu estávamos pegando fogo de tesão.

No dia seguinte, Márcio combinou o encontro em um estacionamento de um shopping um pouco distante de nossos bairros, justamente para não termos nenhum problema.

Quando cheguei de Uber e fui ao seu encontro em seu carro, meu corpo inteiro estava ligado de novo no 220.

uber da larissa

Entrei no carro dele e ele sem piscar avançou na minha boca me beijando gostoso. 

Ao me beijar agarrou minha perna com uma mão e com a outra segurou minha nuca passando a mão em meus cabelos. Aquilo sim era uma “pegada” de respeito.

Ao passar a mão nas minhas pernas, ele notou a cinta-liga e o sorriso dele se abriu de um jeito safado que me fez brilhar de novo.

Minha buceta estava de novo incendiada e piscava sem parar… meu corpo tremia todo e eu só queria ele dentro de mim.

– Vamos pro motel agora ou eu vou te comer aqui mesmo, disse para ele.

Sem pensar duas vezes, Márcio ligou o carro e fomos para o motel. No caminho eu só conseguia pensar em tudo que queria fazer com ele e minha bucetinha só encharcava por dentro de tanto tesão.

Ao chegar no motel ele avançou em mim como uma fome de me comer que me fazia querer dar muito para ele.

Beijando minha boca, pescoço, ele fui tirando cada uma das minhas peças de roupa… ele queria me ver e me admirar de cinta-liga.

Tenho certeza que tocou várias punhetas me imaginando de cinta-liga.

Ao ficar só com a lingerie, o sorriso dele se tornou algo muito safado e delicioso. E ele me olhava de um jeito que, acredito, estava tentando decorar para poder se masturbar novamente depois.

Tirou toda a roupa e voltou com aquela piroca dura, grossa, linda me olhando e me desejando.

Fomos para cama e ele voltou a me beijar a boca e o pescoço…descendo para os meus peitos, onde deu uma bela valorizada, chupando cada biquinho, lambendo ao redor dos mamilos e se deliciando com o menu que estava tendo.

Eu agarrei a sua cabeça e empurrei ele para baixo… eu precisava de uma chupada gostosa. E tinha chegado a hora de provar se meu sexto sentido que dizia que ele seria capaz de me fazer sentir todo o fogo que uma vez senti, estava certo.

E sim! Meu Deus… que chupada deliciosa!

Ele se esbaldou na minha bucetinha, esfregando a língua, os lábios e chupando meu clitóris. Ele não só lambia… ele chupava de um jeito que me deixou louca e ardendo em fogo.

Ele queria me ver gozar, porque sabia que eu não gozava há muito tempo com um homem… estava escrito na minha testa! E um homem com “pegada” sabe ler estas coisas…

Ele seguia chupando e lambendo meu clitóris, quando explodi em orgasmo muito forte e intenso… daqueles que a gente se curva para frente de tanta intensidade.

orgasmo

Ele viu eu me dobrar e continuou chupando… até eu relaxar na cama e me entregar para ele.

Quando viu que eu estava entregue, avançou para cima de mim para me devorar.

Ele sabia que a partir dali, ele poderia fazer o que quisesse comigo.

Ele então pegou minhas pernas, as abriu e colocou tão alto que minha bucetinha ficou toda aberta para ele meter forte.

E foi o que ele fez… meteu com força e agarrou meu pescoço com uma de suas mãos apertando gentilmente minha garganta.

Nunca tinha sentido algo assim, uma mistura de tesão com a fragilidade a que estava exposta naquele momento… e foi uma delícia.

Ele metia com vontade e conforme ele metia mais, mais ele agarrava meu pescoço. E mais entregue eu ficava.

Confesso que ali, naquele momento, ele podia tudo e isso meio que me assustou. Mas ao Memos tempo, ele mostrava cada vez mais um controle absoluto do que estava fazendo, me deixando ainda mais entregue.

Márcio, não parava de meter e foi cada vez mais aumentando a velocidade até explodir em um gozo forte e longo, abaixando sua cabeça de exaustão.

E ali estávamos, os dois, hiper satisfeitos com a bagunça que acabávamos de fazer.

Deitou-se do meu lado e ficou me olhando e me admirando. Podia ver isso nos olhos dele.

Comecei a passar a mão pelo seu corpo e, quando me dou conta, já estava de pau duro de novo, como num passe de mágica.

Nem pensei…

– Quer de novo, seu safado?

– Quero você de quatro, sua cadelinha gostosa, respondeu ele.

Me virei de quatro empinando minha bunda para ele. Queria ver o que ele seria capaz de fazer…

Ele me ajeitou na beirada da cama, com um certo ar de ternura e começou a beijar minha bunda, lambendo e beijando e ao mesmo tempo alisando minhas costas e minha cintura, me preparando para o que viria depois.

cama de motel

E eu voltei a pegar fogo novamente, com a aquelas mãos alisando meu corpo e agarrando minha cintura com força.

Ele apontou aquela piroca dura na direção da minha bucetinha e entrou inicialmente com delicadeza deixando entrar tudo e me fazendo sentir e me ajeitar na posição para poder fazer o que quisesse depois.

E logo depois começou a meter com força, me agarrando forte na cintura, alisando minhas costas e puxando levemente meus cabelos.

Em um dos movimentos, juntou seu corpo no meu, alisando meus peitos e me beijando o pescoço.

Com um das mãos, agarrou meu rosto e o virou para ele para que eu pudesse admirar ele metendo forte na minha bucetinha.

E ele metia forte e mais rápido e eu só queria deixar ele aproveitar. Queria dar a ele o que ele me deu… o melhor orgasmo da vida dele.

Foi quando de repente, Márcio gozou tão forte que chegou quase a uivar… e dessa vez o sorriso largo veio para o meu rosto. Foi uma delícia ver aquele homem gostoso gozar forte na minha bucetinha.

Naquele dia saímos do motel extasiados e ambos mega satisfeitos. 

Ele me deixou no shopping onde nos encontramos e peguei um Uber para voltar para casa.

Eu definitivamente não queria ter um amante e acho que isso com o tempo é bem perigoso, pois sentimentos acabam sendo construídos.

Então, fiz um trato com o Márcio antes de ir embora para casa. Queria ele perto para poder usar ele sempre que quisesse.

E ele topou. Sem neuras, sem cobranças e quando eu (e somente eu) quisesse.

Meu casamento nunca deu tão certo!

FIM - A "Pegada" Perfeita

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Dricka Dellavassa

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